Local escolhido: 9ª Bienal do Mercosul
Preço por pessoa: Grátis
Depois de algumas tentativas,
conseguimos, finalmente, driblar São Pedro e ir à 9ª Bienal do Mercosul,
cumprindo nosso programa #49 em grande estilo! Vale salientar que, como vocês já
sabem, nenhum de nós trabalha com arte, assim, entendemos muito pouco ou quase
nada sobre o assunto. Vamos colocar aqui algumas fotos do que vimos com as
nossas impressões. De qualquer forma vale ir lá dar uma olhadinha para tirar as
suas.
Iniciamos o percurso no MARGS, por volta das 15h30.
A primeira obra que vimos consistia em uma estrutura feita com caixas de papelão, que achamos até
que bem divertida. Porém, lendo a explicação, não conseguimos visualizar muito
o que o autor pretendia, que era algo relacionado à cavernas.
Porém, depois de lermos a explicação percebemos que era até algo bem legal, com ímãs que faziam a tela ser puxada pelos cones:
Depois vimos uma estrutura metálica, muito interessante, de Allora e Calzadilla.
Depois vimos uma estrutura metálica, muito interessante, de Allora e Calzadilla.
É quase uma questão de fé acreditar se funciona mesmo. De qualquer forma, achamos a ideia demais!
Embaixo segue foto da Br com a
obra de Jason Dodge:
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| “Em Alvorada, Brasil, Vera Junqueira teceu doze quilômetros de fio de lã com a cor da noite e a distância da terra e (a soma) acima do clima” |
Achamos que a foto é
autoexplicativa, né?
Depois nos deparamos com a obra
de Luis F. Benedit, que é muito interessante, apesar de não termos conseguido
desvendar o labirinto (será que conta como “se perder no labirinto de nova
Petrópolis? Porque nesse não nos achamos mesmo! Hehe).
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Labirinto invisível
|
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| Essa nem a explicação salvou... |
Então partimos para o Santander Cultural, cujo prédio em si já é lindo de se ver.
Iniciamos pelo andar de cima, mas
as obras que achamos mais legais estavam no andar de baixo.
A começar pela lula gigante de
David Zink Yi, que trazia diversão e estranheza, mas, de novo, não alcançamos
todo o entendimento que o autor desejava com a obra. Aliás, achamos a explicação bem exagerada.
Abaixo foto do Ritter com réplicas de produtos dos raios na areia.
Depois avistamos uma caixa de
vidro aparentemente sem nada dentro, até que, chegando bem pertinho, vimos que
havia um diamante lá no meio, escondidinho!
Segue foto da Br, que quase
desvendou o mistério da obra de Fritzia Irizar antes de lermos sobre ela.
Encontramos, ainda, esculturas divertidas no saguão, porém achamos a explicação da obra de Erika Verzutti um pouco viajante demais.
E, por fim, o tanque de lodo de Robert Rauschenberg, que também se tornou muito mais interessante após lermos sobre ele.
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| “No funcionamento de Musa de Lama, o som é um impulso que se transforma em sinal elétrico para, então, distribuir-se em diversas dinâmicas”. |
Antes de sairmos do Santander
tentamos tomar um café no Café do Cofre, mas estava cheio, então apenas tiramos
foto para mostrar aqui, pois também é um café muito tradicional.
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| Ok, o fotógrafo não captou muito bem o café, mas o que vale é a intenção, não é mesmo? |
Partimos, então, para a Usina
do Gasômetro, para finalizar nossa jornada. Como estávamos famintos, tomamos um
café no Café do Cinema.
Como o Ritter tinha compromisso
no final da tarde ele nos deixou um pouco antes de concluirmos o programa.
Seguimos então para o terraço
da Usina, onde tem uma instalação bem legal. Acabamos ficando um bom tempo ali,
descansando e conversando.
Quando estávamos quase indo
embora, vimos esses dinossauros no saguão do térreo. Trouxe-nos direto
recordações da infância. Dá mesmo vontade de brincar. Infelizmente não anotamos
o nome do artista.
Enfim, depois de todo esse
passeio voltamos para casa, onde fizemos uma janta gostosa (com menos de R$
30!). Apesar de não contar para a lista, em razão da ausência do Ritter,
postaremos depois a receita!
Acho que em geral gostamos do
passeio. O problema é que chegamos à conclusão de que é difícil chegarmos a um
entendimento próximo do pretendido quando a obra foi pensada sem lermos as
instruções todas. O que nos faz pensar que, embora seja algo de acesso livre,
talvez não seja efetivamente algo para todos.
De qualquer forma, acompanhando
as explicações vimos obras muito interessantes e foi, em geral, mais um
programa divertido que fizemos.
E agora faltam apenas 48
programas. O que será que vamos fazer em seguida?
Br – Não entendo nada de arte,
mas gostei bastante do passeio. Mas pelo que me lembro a Bienal antigamente
tinha umas obras mais impactantes, mais instalações, maior interatividade.
Senti falta disso.
Isa - Mesmo após algumas cadeiras do falecido curso de arquitetura, também nunca entendi muito de arte. Mas contrariando minhas previsões adorei o passeio. Porém fico intrigada que basicamente todas as obras necessitem da explicação para entendermos alguma coisa. Basicamente nenhuma delas conseguiu nos passar a intenção do trabalho do autor sem a necessidade da "explicação acessória". Estaria a obra "incompleta" sem ela? Repito, não entendo se este é realmente o objetivo, mas não me senti realmente conectada com quase nada em razão disto.
Ritter - Minha
opinião é que é tudo uma grande viagem. É interessante como a cabeça e a
criatividade das pessoas funciona, gerando umas obras absurdamente inusitadas.
O problema é que eu não tenho sensibilidade, ou paciência, o suficiente para
“desvendar” a mensagem de cada peça. Enfim, valeu pela companhia, valeu pela
estranheza e novidade do que se observa. É um ótimo programa para família ou
amigos, como nós, que querem simplesmente tirar sarro com a bizarrice das obras.















Eu tô louca pra fazer alguma das viagens!!! Acho que novembro já rola uma praia, né?
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