27 de nov. de 2013

#9 Adotar cartas dos correios no Natal (parte I)

Muita gente já ouviu falar no "Papai Noel dos Correios", né? Nesse post vamos explicar um pouquinho como funciona e esperamos motivar mais pessoas a adotar cartinhas.

Todos os anos os Correios recebem diversas cartinhas endereçadas ao "Papai Noel", com pedidos de presentes de crianças de várias idades. Tem desde mamães pedindo roupinhas de bebê até vovós querendo ajudar os netinhos a ganhar um presente, e claro, muitas cartinhas escritas pelas próprias crianças.

As cartinhas que escolhemos e o folheto com as informações sobre a campanha.


- Onde ir para adotar uma cartinha?

Memorial do RS. Endereço: Rua Sete de Setembro, 1020 - Centro Histórico. Obs: A entrada é pela porta da General Câmara.

- Prazos:

Para adotar cartinhas: até dia 6 de dezembro.
Para entregar o presente: do dia 2 ao dia 20 de dezembro.

A entrega do presente deve ser feita no mesmo local da retirada das cartas, ou seja, no Memorial do RS.

Mais adiante faremos uma nova postagem para mostrar a aquisição do presente e a entrega aos Correios.

20 de nov. de 2013

#18 Conhecer o Morro da Borússia

Local: Morro da Borússia - Osório/RS
Preço por pessoa: R$30,00 (aproximadamente - valores detalhados no post)

Resolvemos ir para o Morro da Borússia na sexta-feira, dia 15 de novembro, feriado. Aí vocês já imaginam o que aconteceu, né? O que era pra ser uma viagem rapidinha de pouco mais de uma hora se transformou em quatro horas de engarrafamento em plena Freeway. A Br foi dirigindo, a Isa tava de copiloto e o Ritter no banco de trás.




A distância de Porto Alegre até Osório é de 95km e para subir o Morro da Burússia são mais uns 4km. Ida e volta, subindo morro, pegando um mega engarrafamento e usando o ar condicionado o tempo todo (tava um calooor) acabou nos fazendo consumir quase meio tanque de gasolina. Podemos dizer que foram uns R$56,00 de gasolina no total. Os pedágios custaram ao todo R$18,70.



A estrada é bem sinalizada e mesmo para subir o morro há diversas placas indicando o caminho. O maior problema é que a pista é bem estreita, com curvas fechadas e muitos motoristas dirigem feito loucos.



A vista lá de cima é linda e apesar do dia estar um pouco nublado deu pra ter uma bela visão de Osório, do Parque Eólico e tudo mais. O Ritter tem medo de altura, então não conseguimos convencê-lo a sentar na beirada pra tirar uma foto.

 
 
Mas conseguimos tirar esta aqui:
 
 


Depois aproveitamos para ir num sítio que fica ali perto, onde ouvimos falar que havia uma cascata. A entrada no sítio custa R$5,00 por pessoa, o lugar em si não tem muita coisa, mas já que estávamos por lá resolvemos conhecer.



No fim das contas, só molhamos os pezinhos mesmo, a água tava gelada e já estávamos meio cansados também. Tanto que na volta a Isa e o Ritter capotaram de sono e vieram dormindo no carro, só acordaram quando começou um temporal daqueles em plena estrada. O vento estava tão forte que a cada rajada dava pra sentir o carro se deslocando para os lados.

Apesar de todos os transtornos, foi um passeio bem legal. E a grande lição que aprendemos foi: não viajar no feriadão quando há outras possibilidades.

Br - Eu gostei bastante, não sei se iria de novo porque não tem muitos atrativos além do que já visitamos. Tem gente que salta de asa delta lá, eu tô fora, obrigada. Hahaha!

Isa - Eu adorei o passeio. Certamente iria de novo (em um dia sem tanto trânsito, lógico). Curti muito a pista de voo livre e acho que podemos aproveitar o sítio fazendo um salchipão bem legal. É um bom programa de domingo enquanto o pessoal ainda não saiu de férias :)

Ritter -

27 de out. de 2013

Aniversário do Ritter

Nessa última semana foi o aniversário do Ritter. Então ele decidiu comemorá-lo no bar A Virgem, ali na cidade baixa.

O barzinho é bem legal, com muita arte nas paredes.

Chegamos cedo, pelas 19h, e ainda estava vazio.

Estávamos (Isa e Br) loucas de fome, então pedimos uma pizza vegetariana. A qual o Ritter nos ajudou a comer no final

Atenção para o Brócolis
A pizza é bem gostosinha, porém é meio cara - R$ 40,00.

O bar tem uma lista de várias cervejas artesanais e muitos bons drinks os quais, infelizmente, não provamos, pois a Br estava de carro e a Isa de dieta (argh!).

Mas enfim, muito mais do que para falar do bar onde fizemos essa pequena celebração, viemos (Isa e Br) aqui para fazer um mimo para o nosso amigo querido e desejar, publicamente, no nosso blog, toda a felicidade do mundo para ele sempre.

A Br foi viajar então deixou comigo o recadinho que ela queria dar:

Eu sei que já é uma mensagem totalmente batida, mas não custa reforçar: te amo muitão!!! Espero ainda compartilhar muitas décadas de vida contigo! \o/ Uehueheueh
 
E eu, Isa, quero dizer que eu tenho muito orgulho do homem que tu te tornou e que evolui cada dia mais. Na época do colégio eu jamais nos veria desta forma. Acredito muito no teu sucesso e te desejo sempre muita felicidade, saúde, amor e paz. E para as horas de angústia, estaremos sempre aqui pra te dar um abraço e uns bons drinks. Embora eu tenha que indeferir tuas tutelas antecipadas assinadas de ressaca (haha). Amo tu!
 
 
 




20 de out. de 2013

#31 Jogar boliche

Local: Grêmio Sargento Expedicionário Geraldo Santana
Preço por pessoa: R$7,00 a partida ou R$42 por uma hora (para até 6 pessoas)

De cara já chegamos a conclusão de que jogar boliche é uma atividade legal, mas nada incrível e não rende uma bela postagem. Mas calma, não desistam de nós!

Chegamos lá por volta das 18h e começamos jogando em 5 pessoas. Logo a Isa sentiu dor no joelho (quem manda ser atleta, né? Haha!) e teve que ficar no banco só assistindo.



E não é que mesmo lesionada ela ganhou a primeira partida? A gente jogava melhor quando era a vez de substituir ela do que na nossa!



Jogamos mais uma vez e nessa partida o Ritter que ganhou. Fim.

Br - Milagrosamente na primeira partida eu comecei bem. Mas não faço ideia de como consegui isso e na segunda foi um desastre total. Nunca tinha jogado boliche. Achei legalzinho, mas tá longe de ser uma das minhas atividades preferidas.

Isa - Acho divertido jogar boliche, mas não é o tipo de programa que eu faça questão de fazer sempre. Ainda mais que nosso grupo de amigos não é muito cheio de esportistas né? hahaha
Gostaria apenas de salientar que eu já estava ganhando enquanto ainda jogava, tá? hehe

Ritter - Adoro jogar boliche. Não é algo que eu diga “Meu Deus como eu gostaria de fazer isso todo santo final de semana!!!”, mas é um programa bem legal de se fazer com os amigos. Não costuma ser muito barato, no entanto. Nós fomos no boliche do Geraldo Santana e, se analisado secamente, R$ 42,00 por hora é meio salgado. Mas até que não foge do padrão. Há no Barra Shopping (uns R$ 90,00 a hora) e, recentemente descobri, ali no Kiosque Brasil (uns R$ 60,00 por hora). Quero ir muito nesse. A idéia de bar, festa e boliche é bem atrativa. Ao cabo, é uma atividade bem legal e diferente. Vale a pena conferir.

13 de out. de 2013

#24 Realizar uma noite de jogos temática

Local: Apartamento da Br
Preço por pessoa: R$8,00

Dia das crianças! Aproveitamos a data para relembrar um pouco da nossa infância com uma noite de jogos com a temática Anos 90!
Pra coisa toda ficar mais divertida, convidamos mais alguns amigos para participar. Sugerimos que o pessoal viesse com alguma roupa característica de personagens da época, e deu nisso...

Da esquerda para a direita: Blossom, um trio grunge, Punky (a levada da breca), Mario (não me perguntem "que Mario"), Tommy (dos Rugrats) e Freakazoid (a maquiagem azul derreteu e ele tirou =/)
Considerando o pouco tempo que a gente teve pra elaborar as fantasias, acho que o pessoal se puxou bastante!

Ok, vamos admitir que esse momento bonitinho de fotos só aconteceu depois da turma atacar as guloseimas, afinal, quem resiste a uma mesa dessas, né?

Também tinha cachorro quente, mas por motivos estéticos não tiramos nenhuma foto nossa comendo. Alguém consegue comer cachorro quente sem fazer lambança?
E finalmente os jogos! Estávamos num total de 12 pessoas e para que todos pudessem participar resolvemos jogar Imagem e Ação, fazendo apenas mímicas. Depois de muita gritaria e duas voltas no tabuleiro jogando alguém deu a ideia de irmos para um videokê que fica pertinho da casa da Br.

Como ninguém aqui perde tempo, já saímos cantarolando pela rua (vizinhos, nos desculpem, mas era cedinho ainda). A noite de cantorias foi até uma meia noite e pouco e teve de tudo: Linkin Park, Wando, Skank, Whitney Houston, Banda Eva...

Coisa boa reunir os amigos, né? Certamente faremos muitos outros "eventos" do tipo!

Br - Tem um pessoal aí que é tão de casa que só falta ter a chave pra entrar mesmo. Adoro! Sobre o videokê deixarei aqui registrado que sou uma desgraça cantando, mas me diverti horrores! Hahaha!

Isa - Esse é o tipo de programa típico do trio: encontro para jogos, guloseimas e diversão. Nunca tem erro. Poderíamos fazer 50 versões só deste que eu iria adorar!

Ritter - O que falar? É muito bom reunir os amigos pra fazer o que der na telha! Estamos sempre fazendo esses tipos de programas. São os mais baratos, mas ao mesmo tempo os mais divertidos e gratificantes. Eu adoro esse pessoal. São mais de 8 anos (10 talvez?!) de história juntos que eu não trocaria por nada.
Absolutamente recomendável uma boa festinha caseira, com o que tem de melhor em comes, bebes e companhias!

7 de out. de 2013

Receita de massa com berinjela

Conforme comentamos na postagem anterior, fizemos um jantar bem legal no sábado, então aqui vai a receita para quem estiver inspirado e quiser tentar.

Massa com berinjela

Ingredientes:

- 500g de massa
- 1 berinjela
- 1/2 cebola
- 2 dentes de alho
- 1 pacotinho de molho de tomate pronto
- 4 tomates italianos sem casca
- óleo, sal, pimenta vermelha e pimenta do reino a gosto
- amor (é o que dá gosto de verdade)


Preparo:


- Cortar a berinjela em cubos e colocar numa frigideira com um pouco de óleo (pode ser manteiga ou banha)
- Acrescentar o alho e a cebola
- Em uma panela, coloque o molho de tomate pronto e os tomates sem casca
- Misture no molho a berinjela já preparada
- Tempere com bom senso (vale incrementar com um pouco de alecrim e tomilho)
- Coloque a massa para cozinhar quando o molho já estiver quase pronto

Essa receita foi feita pelo Gabriel, ele disse que serve três pessoas, mas sinceramente, achamos que dá pra alimentar umas quatro tranquilamente, visto que comemos muuuito bem e ainda sobrou.

Mais uma vez nos metendo em um assunto do qual não temos habilitação alguma, servimos a massa com um vinho tinto italiano Centine, da região da Toscana, safra de 2008. Não fazemos ideia se "harmoniza" com o prato, mas tava gostoso então pra nós é o que importa. Também tinha um espumante da Miolo.

O custo desse jantar ficou em uns R$28,00, desconsiderando as bebidas.

A receita é relativamente fácil e rápida de fazer e amigos na cozinha sempre garantem uma boa dose de diversão. Recomendamos!

6 de out. de 2013

#49 Ir a alguma exposição de arte

Local escolhido: 9ª Bienal do Mercosul
Preço por pessoa: Grátis

Depois de algumas tentativas, conseguimos, finalmente, driblar São Pedro e ir à 9ª Bienal do Mercosul, cumprindo nosso programa #49 em grande estilo! Vale salientar que, como vocês já sabem, nenhum de nós trabalha com arte, assim, entendemos muito pouco ou quase nada sobre o assunto. Vamos colocar aqui algumas fotos do que vimos com as nossas impressões. De qualquer forma vale ir lá dar uma olhadinha para tirar as suas.

Iniciamos o percurso no MARGS, por volta das 15h30.
A primeira obra que vimos consistia em uma estrutura feita com caixas de papelão, que achamos até que bem divertida. Porém, lendo a explicação, não conseguimos visualizar muito o que o autor pretendia, que era algo relacionado à cavernas.


A segunda obra que vimos foi um quadro, aparentemente com cones grudados na tela. Achamos muito sem graça e sem sentido, à primeira vista.


Porém, depois de lermos a explicação percebemos que era até algo bem legal, com ímãs que faziam a tela ser puxada pelos cones:



Depois vimos uma estrutura metálica, muito interessante, de Allora e Calzadilla.

"A cada 90 minutos, a EEI completa uma volta em torno da Terra, tornando-se potencialmente acessível por meio desta escultura, por dez minutos, dependendo de sua localização. É isso o que inspira o título da obra e a sua forma. Durante os intervalos, a escultura capta e transmite no espaço expositivo outras frequências de rádio. Ao mesmo tempo em que o funcionamento daa escultura é in­certo, precisamente porque depende de tantos fatores e agentes além da sua natureza, ela enfatiza as possibilidades de comunicação com o espaço sideral – um espaço que é muito mais regulado, para não dizer apenas distante, do que é comumente percebido”
 É quase uma questão de fé acreditar se funciona mesmo. De qualquer forma, achamos a ideia demais!
Embaixo segue foto da Br com a obra de Jason Dodge:

Em Alvorada, Brasil, Vera Junqueira teceu doze quilômetros de fio de lã com a cor da noite e a distância da terra e (a soma) acima do clima”
Achamos que a foto é autoexplicativa, né?

Depois nos deparamos com a obra de Luis F. Benedit, que é muito interessante, apesar de não termos conseguido desvendar o labirinto (será que conta como “se perder no labirinto de nova Petrópolis? Porque nesse não nos achamos mesmo! Hehe).

                                    Labirinto invisível
Para finalizar, sempre tem alguma obra aparentemente sem sentido algum...

Essa nem a explicação salvou...

Então partimos para o Santander Cultural, cujo prédio em si já é lindo de se ver.
Iniciamos pelo andar de cima, mas as obras que achamos mais legais estavam no andar de baixo.
A começar pela lula gigante de David Zink Yi, que trazia diversão e estranheza, mas, de novo, não alcançamos todo o entendimento que o autor desejava com a obra. Aliás, achamos a explicação bem exagerada.

      “Nesse sentido, o animal é como uma tela na qual humanos projetam suas fantasias a respeito da catástrofe natural e da impotência humana. Ele personifica um lugar abstrato, onde a natureza e o homem colidem violentamente. Aparentemente, as lulas-gigantes estudadas e vistas até hoje, em sua maior parte, são animais doentes que chegam à costa para morrer. Será que contam uma fábula da natureza no fundo do mar não só de terror, mas também romântica, de extinção e solidão?
Em seguida vimos uma sequência de obras de um artista (que não anotamos o nome), que retratavam o trabalho dele com algo que, pelo que entendemos, tinha a ver com raios e as modificações que estes causariam.
Abaixo foto do Ritter com réplicas de produtos dos raios na areia.

Depois avistamos uma caixa de vidro aparentemente sem nada dentro, até que, chegando bem pertinho, vimos que havia um diamante lá no meio, escondidinho!
Segue foto da Br, que quase desvendou o mistério da obra de Fritzia Irizar antes de lermos sobre ela.

Para criar a obra apresentada na 9ª Bienal, Irizar forneceu cabelo da comunidade indígena Tarahumara, situada nas montanhas do estado de Chihuahua, no norte do México. Em 2012, essa região enfrentou a estiagem mais severa em quase um século, o que agravou a convivência dos Tarahumaras com a fome em função dos consequentes racionamentos de água e dos problemas agrícolas. Como a desnutrição se reflete na composição biológica do cabelo, a obra da artista cristaliza, metaforicamente, por meio desse diamante, um retrato coletivo da fome, chamando atenção para como processos naturais e culturais podem tornar evidentes as extremas disparidades sociais”. 

Encontramos, ainda, esculturas divertidas no saguão, porém achamos a explicação da obra de Erika Verzutti um pouco viajante demais.


“Dispostas como se estives­sem em uma aula de yoga, em pose de lótus, as esculturas evocam qualidades da Vênus – a deusa da mitologia romana que é esposa de Vulcano e simboliza a fertilidade da Terra, além de emprestar seu nome a um planeta de nosso sistema solar”
 E, por fim, o tanque de lodo de Robert Rauschenberg, que também se tornou muito mais interessante após lermos sobre ele.

No funcionamento de Musa de Lama, o som é um impulso que se transforma em sinal elétrico para, então, distribuir-se em diversas dinâmicas”.
Antes de sairmos do Santander tentamos tomar um café no Café do Cofre, mas estava cheio, então apenas tiramos foto para mostrar aqui, pois também é um café muito tradicional.

Ok, o fotógrafo não captou muito bem o café, mas o que vale é a intenção, não é mesmo?
Partimos, então, para a Usina do Gasômetro, para finalizar nossa jornada. Como estávamos famintos, tomamos um café no Café do Cinema.

Como o Ritter tinha compromisso no final da tarde ele nos deixou um pouco antes de concluirmos o programa.
Seguimos então para o terraço da Usina, onde tem uma instalação bem legal. Acabamos ficando um bom tempo ali, descansando e conversando.

Quando estávamos quase indo embora, vimos esses dinossauros no saguão do térreo. Trouxe-nos direto recordações da infância. Dá mesmo vontade de brincar. Infelizmente não anotamos o nome do artista.


Enfim, depois de todo esse passeio voltamos para casa, onde fizemos uma janta gostosa (com menos de R$ 30!). Apesar de não contar para a lista, em razão da ausência do Ritter, postaremos depois a receita!
Acho que em geral gostamos do passeio. O problema é que chegamos à conclusão de que é difícil chegarmos a um entendimento próximo do pretendido quando a obra foi pensada sem lermos as instruções todas. O que nos faz pensar que, embora seja algo de acesso livre, talvez não seja efetivamente algo para todos.
De qualquer forma, acompanhando as explicações vimos obras muito interessantes e foi, em geral, mais um programa divertido que fizemos.
E agora faltam apenas 48 programas. O que será que vamos fazer em seguida?


Br – Não entendo nada de arte, mas gostei bastante do passeio. Mas pelo que me lembro a Bienal antigamente tinha umas obras mais impactantes, mais instalações, maior interatividade. Senti falta disso.

Isa - Mesmo após algumas cadeiras do falecido curso de arquitetura, também nunca entendi muito de arte. Mas contrariando minhas previsões adorei o passeio. Porém fico intrigada que basicamente todas as obras necessitem da explicação para entendermos alguma coisa. Basicamente nenhuma delas conseguiu nos passar a intenção do trabalho do autor sem a necessidade da "explicação acessória". Estaria a obra "incompleta" sem ela? Repito, não entendo se este é realmente o objetivo, mas não me senti realmente conectada com quase nada em razão disto.

Ritter - Minha opinião é que é tudo uma grande viagem. É interessante como a cabeça e a criatividade das pessoas funciona, gerando umas obras absurdamente inusitadas. O problema é que eu não tenho sensibilidade, ou paciência, o suficiente para “desvendar” a mensagem de cada peça. Enfim, valeu pela companhia, valeu pela estranheza e novidade do que se observa. É um ótimo programa para família ou amigos, como nós, que querem simplesmente tirar sarro com a bizarrice das obras.

3 de out. de 2013

Concerto da Primavera

Esse post até poderia fazer parte da lista, pois o item #45 faz referência a show/teatro. Mas como vi o anúncio meio em cima da hora e nem deu tempo de combinar direitinho com a Isa e o Ritter, resolvi garantir meu ingresso e levar minha avó pra se distrair um pouco.

Bom, estou falando do Concerto da Primavera, que faz parte dos Concertos Comunitários Zaffari. O evento ocorre neste domingo, dia 06 de outubro, às 17h no Araújo Vianna. Os ingressos são gratuitos e podem ser retirados em diversos supermercados Zaffari só até amanhã (dia 04).

Para quem se animar a ir, nos encontramos lá!

Mais informações aqui.

P.S.: No site diz que a retirada de ingressos era até dia 2, mas foi prorrogada! Eu retirei hoje e me informaram que o prazo é até dia 4.

29 de set. de 2013

#42 Visitar algum café tradicional

Local escolhido: Confeitaria Barcelona
Rua Henrique Dias, 94 – Bom Fim – Porto Alegre/RS
Horário de atendimento: seg – 10h às 19h30 ter-sáb – 9h às 19h30
Preço por pessoa: aprox. R$ 20,00

Finalmente iniciamos nosso projeto. Em razão do tempo chuvoso com cara de domingo, decidimos alterar nosso plano inicial e começar com o programa #42. Escolhemos a Confeitaria Barcelona, que, apesar de não ser exatamente um café, foi o local tradicional mais próximo disso que encontramos.

A confeitaria fica localizada no Bom Fim, bairro super tradicional da cidade. Embora bem movimentado não tivemos problemas para estacionar. Chegamos ao local por volta das 15h30 e ainda tinham várias mesas disponíveis. O local encheu após as 17h.

Nossa primeira impressão não foi muito positiva, pois apesar de haver mesas disponíveis muitas pessoas estavam buscando pacotes para viagem e a sensação era de confusão. Para exemplificar pegamos a ficha nº 401 (que são entregues na entrada), no painel constava no nº 99, mas após alguns minutos ouvimos uma moça gritar “402” e o painel passou direto.


Assim, pegamos uma nova ficha após decidirmos o que pedir e, apesar da demora, quando fomos atendidos a moça foi muito simpática.


Nossas escolhas:

Kit 01 - 16 doces
Salgadinhos diversos
Chcolate quente (Ritter)
Café pingado (Br)
Em geral achamos que os salgados são bons, porém nada especial. Nosso favorito foi a barquete de frango com cobertura de tomates secos e fios de ovos. Cuidado, porém, com o cachorrinho folhado. A salsicha é realmente muito forte! O mais sem graça foi o “salgado de cebolinha”. Vamos dispensar comentários, pois a foto é autoexplicativa. 

A cebolinha e o vazio...

Os doces, entretanto, eram deliciosos! Chegamos à conclusão que este é que é o forte da confeitaria. Esta foto mostra, com destaque, nossos três favoritos!



O primeiro (da esquerda para a direita) é uma delícia linda com recheio de doce de ovos. O segundo doce, o preferido do trio, é um glaceado de doce de leite. É muito saboroso, porém extremamente doce, basta comer um só. E o terceiro é uma mini tortinha de chocolate, muito deliciosa também.


Além destes doces, junto com os salgados experimentamos um pastel doce de maçã. A massa estava sensacional, apesar de não sentirmos muito o recheio.

As bebidas também são boas. O Ritter achou o chocolate quente muito gostoso, não muito denso nem doce.

Nossa opinião final é que em geral a confeitaria é boa, porém deve ser melhor pedir tele entrega, pois o ambiente não é muito acolhedor. O valor total foi R$ 56,50. Achamos um preço bem justo, afinal comemos bem.

Comentários:

Br – Achei o local meio agitado, dá a sensação de que é pra comer correndo e cair fora, por isso não curti o ambiente. Mas o docinho matador tava legal.

Isa – Achei os salgadinhos bem sem graça, mas os docinhos são muito gostosos. Porém, para um chá/café da tarde, não são muito meu estilo de docinho de festa. Num geral adorei o programa, mas não escolheria ir lá de novo.

Ritter – Realmente não seria o lugar que eu escolheria para sentar e aproveitar um sábado. Foi uma refeição boa mas, no geral, nem um pouco marcante. Acredito que valeria mais pedir uma tele entrega para um chá em casa com os amigos.


27 de set. de 2013

As regras do "jogo"

A princípio pretendemos começar as atividades amanhã, o que quer dizer que teremos que cumprir a lista até 28 de setembro de 2014! Os programas ocorrerão conforme for mais conveniente para o grupo, sem nenhuma ordem pré estabelecida. Portanto, os números na lista são apenas ilustrativos.

Cada post de atividade realizada será separado em três partes:

1ª parte - Informações relevantes: Local, como chegar, custo por pessoa.
2ª parte - Descrição geral da atividade, fotos, impressões do grupo.
3ª parte - Breve opinião de cada integrante.

Esperamos que todos gostem!